Percorra o local como visitante

Comece na entrada e siga até os destinos mais procurados. Observe onde surgem dúvidas: recepção, mudança de corredor, acesso a banheiros ou portas semelhantes. Anote os pontos em que uma orientação seria útil.

Quem trabalha no local já conhece os caminhos e pode não perceber uma informação ausente. Peça a outra pessoa para descrever as dúvidas que teria ao chegar.

Separe identificação de orientação

A identificação confirma que a pessoa chegou ao lugar certo: sala, setor ou nome. A orientação ajuda a escolher um caminho antes de chegar. Misturar as duas funções em uma única placa pode deixá-la confusa.

Padronize os nomes usados. Se a entrada chama um setor de “Atendimento” e a porta usa outra expressão, o visitante pode não saber se encontrou o destino.

Monte o levantamento

InformaçãoO que registrar
LocalPorta, corredor, parede ou balcão.
FunçãoIdentificar o destino ou indicar direção.
TextoGrafia final e eventual símbolo ou seta.
EspaçoLargura e altura disponíveis.
QuantidadeUnidades de cada modelo.
AplicaçãoSuperfície e condições do ambiente.

Pense em leitura e consistência

Contraste, tamanho de texto e posição precisam ser avaliados em conjunto. Evite excesso de mensagens e fontes muito diferentes no mesmo sistema. Um padrão visual ajuda a reconhecer as placas como parte da mesma orientação.

Fotografe os pontos de aplicação. Isso permite discutir uma solução com base no ambiente real e não apenas em uma lista de medidas.

Verifique exigências específicas

Projetos podem envolver acessibilidade, prevenção de incêndio e outras regras aplicáveis ao local. Identifique essas exigências com o responsável técnico antes de definir as peças. Este roteiro organiza o briefing e não substitui um projeto normativo.

Informe se houver necessidade de braile, relevo, material específico ou dimensões determinadas por um projeto. A empresa deverá confirmar se pode atender ao escopo solicitado.